quarta-feira, 27 de abril de 2016

Ângulos da vida


Para ser sincera, não intendo nada de matemática, mas nunca fiquei de recuperação, por fazer uma esforço fenomenal para intender ou tentar fazer alguma conta. Faço parte do club de quem leva a calculadora para calcular a quantidade de ondas no ano novo, se pelo menos fosse na praia.

Em fim, a primeira matéria de matemática que intendi na vida foi plano cartesiano, ou a circunferência dividida em ângulos. Por favor, não interpreta que a autora saiba algo de trigonometria, pelo contrario, quando faço uma reta parece o andar de um bêbado e um circulo um sol desenhado por uma criança de 3 anos.

Consegui intender olhando humanamente. Uma circunferência, vale por um circulo de vida inteiro e o primeiro quadrante a vida até os 18 anos, por isso vai até os 90° ou angulo reto. O X e o Y, pode equivaler aos caminhos tomados a cada dia, sendo negativos ou positivos a cada quadrante.

O segundo quadrante, equivale dos 18 anos até o após casamento, formatura da faculdade e emprego. Um caminho normal, padronizado socialmente pelo X e algumas loucuras pelo Y. Reflexo quantitativo e dobro do primeiro quadrante, como o 30° para 150°, conhecido por problemas maiores.

O terceiro quadrante, a vida e amadurecimento adulto, a virada de ciclo e bissetriz impar madura. Sendo a ultima, o quarto quadrante, o fim da vida e os grandes problemas, como a saúde, querendo fazer as besteiras de jovem (querido Y ou baixa), a péssima aposentadoria e esperando a morte (verdade, pois é).

Após esta analise, percebemos 3 coisas: a vida é curta, volta para todos e a sua total programação. Não quero viver ou morrer mediada nos números, nos quais não sei calcular. Vou viver de altas e baixas (X e Y juntos), de propósitos e aventuras e anacrônico. Baby, sou de humanos, não vivo de 180° ou 360° kkk

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